Naquele dia tinha saído cedo de casa, a garoa indicava que não era hora, melhor se tivesse me mantido na cama. Mas uma tarefa penosa e inevitável me tragava. Quanto mais a adiasse, pior seria para meu estômago já bastante castigado.
A noite anterior fora repleta de sonhos reconstituídos. A robustez do convívio, a aurora da retomada. Os dias do futuro lampejavam e eu queria vivê-los com intensidade. Tomei uma decisão assim, no calor do momento.
Cheguei à casa de Vera Lúcia por volta das 6 da manhã de um domingo pós-devastação. Muita angústia para quem precisa salvar o estômago. Estava tão cheio de si e convicto, que não soube o que fazer. Rapidamente seus olhos me dissuadiram da aversão e a aurora fora adiada, mais uma vez, para me mergulhar noutros longos e espaçados dias de lassidão.
A altivez me atrai enquanto o bolor dos dias quentes e úmidos me envolve. Estou preso. Busco o sinal verde que nunca chega. Acredito no seu poder, na sua autorização, mas ele não se acende. Quero voltar para o bolor. Bom é sair e não voltar.
A noite anterior fora repleta de sonhos reconstituídos. A robustez do convívio, a aurora da retomada. Os dias do futuro lampejavam e eu queria vivê-los com intensidade. Tomei uma decisão assim, no calor do momento.
Cheguei à casa de Vera Lúcia por volta das 6 da manhã de um domingo pós-devastação. Muita angústia para quem precisa salvar o estômago. Estava tão cheio de si e convicto, que não soube o que fazer. Rapidamente seus olhos me dissuadiram da aversão e a aurora fora adiada, mais uma vez, para me mergulhar noutros longos e espaçados dias de lassidão.
A altivez me atrai enquanto o bolor dos dias quentes e úmidos me envolve. Estou preso. Busco o sinal verde que nunca chega. Acredito no seu poder, na sua autorização, mas ele não se acende. Quero voltar para o bolor. Bom é sair e não voltar.
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